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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Um Natal e um filme, chuva, madrugada e folks.

Hey, é Natal. Feliz Natal pra todo mundo!
êêêêêêê
\o/



Agora que já comemorei, quero observar algo que eu sempre observo, mas ninguém nunca me dá ouvidos ou se interessa. Sempre chove no Natal.
É bem engraçado.

sei que dezembro é época de chuva e tudo o mais, mas toda passagem do dia 24 pro dia 25 chove.
Bom, não preciso externar mais minha opinião sobre chuva, então é só um ponto positivo funny.
Aliás, Natal não é Natal sem chuva, sem Coca-Cola, sem o especial do Roberto Carlos e sem luzes. Acho que chove só pras luzes ficarem mais intensas. Muito inteligente.
(muito idiota essa teoria, isso sim)
Mas... WTF eu estou fazendo postando isso justo quando devia estar reunida com a família? Bom... esse blog não é sobre mim, só sobre meu cérebro. Mas digo que minha irmã ligou de Sampa e eu tou indo e vindo. Mas nada de peru, vinho ou arroz com passas.

Bom, falando em Natal e chuva, lembrei duma música ultra velha do Garbage, I'm only happy when it rains. Gosto muito dela e não sei porque acho ela com uma cara de Boas Festas...





Bom, depois de comentar o tempo, vamos ao assunto de agora.
Fui ver Twilight hoje - pela segunda vez, e sim, na véspera de Natal - e me simpatizei mais com o filme. É sempre meio estranho assistir algo que você já leu (li Crepúsculo em junho), isso é fato. Mas ficou uma boa adaptação. Ainda não penso muito nas continuações chatas (especialmente Eclipse e Breaking dawn), mas analisando o livro em si vejo agora que fui muito tirana quando cataloguei como 'ruim'.
É, as vezes os filmes fazem a gente se apegar mais aos livros.

Outra coisa boa do filme é a trilha sonora.
Bandas conhecidas - Muse, Linkin Park, Paramore - de um jeito meio despretencioso. Gostei bastante porque não força nada. Ou é o que parece, ao menos.

Baixe-a aqui.

E ouça a musiquinha romântica que toca enquanto o Edward tenta não matar a Bella. Never Think. Outra bem legal é Eyes on Fire do Blue Fundation. fikdik.

Apesar dos pontos fortes, teve muita coisa que merece ser comentada. Mas isso fica pra amanhã ou daqui a uns dias, num post exclusivo sobre Twilight the Series.
Aliás, tem umas críticas-resumos dos livros no blog da Paty Pondian, mas vou adiantando que ela esbanja opinião própria...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Tempus fugit

Tava assistindo Simpsons hoje e no comercial começou a passar aquela mensagem de fim de ano do Drummond, saca? "Receita de Ano Novo".
E tava pensando... Ano Novo não é Ano Novo sem essas coisas, não é? Mensagens, músicas, celebrações, amigo secreto, churrascos, visitas a parentes...
Em partes acho que isso é bem legal. Tipo... FÉRIAS!
Mas se for pensar um pouco, é meio triste comemorar as coisas só quando elas começam ou acabam. Principalmente se tratando de tempo. Como se comemora o tempo? Como se comemora só uma vez uma coisa que nunca pára? É mais ou menos iqual a história do aniversário, que a gente comemora a cada ano mas devia comemorar a cada segundo, já que a todo tempo estamos mais velhos.

Talvez justamente por ser fim de ano eu esteja pensando nisso, mas o tempo é engraçado. É um agente endógeno e exógeno ao mesmo tempo, não somente na Terra, mas na vida, nas cidades e nas pessoas também. É engraçada a relação que os homens têm com ele, sempre querendo segurar ao máximo, retê-lo entre os dedos igual água, e depois celebrando sua passagem e agradecendo pelas coisas vividas. Sentimos medo quando pensamos na passagem de algo que é impossivel de se deter e de rever. Até tentamos congelar, tirando fotos, guardando coisas em caixas, inventando filmes de ficção... mas no fim o que nos sobra são as lembranças do que aconteceu - do tempo externo, digamos assim - e não como no sentíamos, na realidade.

Não importa, a passagem do tempo não é algo questionável, embora a percepção dela seja. De qualquer forma, talvez por isso os Romanos tenham inventado a tão famosa expressão do Carpe Diem. Porque não conseguimos mudar as coisas ou refazê-las, não conseguimos voltar, ou ir para a frente adivinhando as certezas. Não temos certezas. Só temos... isso.
Mas isso é o sulficiente, creio eu.


"Sed fugit interea fugit irreparabile tempus" (Virgílio)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Mudar.

Uma coisa inevitável e quase sempre sofrível.
Desde sempre nós nos acostumamos com as coisas... mudanças geralmente são difíceis de ancarar de primeira como coisas boas, até porque geralmente elas nos são impostas de um jeito meio complicado. Quero dizer, não é como se fossem te adaptando às coisas novas... elas mudam e boa, sem avisar nem nada.

Terminar a escola de vez deve ser uma dessas piores mudanças. Porque não foram só 3 anos de colegial, foram 8 anos de ensino fuindamental, mais a pré-escola! Mais de uma década sentando em carteiras, resolvendo problemas e escrevendo, rabiscando, conversando... e de repente tudo acaba.

Eu acho que a minha ficha ainda não caiu, também. Apesar da choradeira alheia e do clima de fim de ano (com direito a pisca-pisca na escola, fotos com os professores, convites da formatura e blá's), eu ainda me sindo meio 'numb' com tudo isso. Talvez meu cérebro tenha bloqueado a noção de fim com medo da minha reação ser auto-destrutiva, ou talvez eu nunca tenha gostado dquele lugar de verdade.
Tá, parei a brincadeira.
Não é isso. É mais como um sentimendo de certeza de que a minha escola era feita de pessoas. Professores, amigos, colegas... Ao lugar físico só restam as lembranças... a escada onde eu ficava sentada esperando quando perdia aula, ou o palco onde a gente costumou a fazer rodinhas pra conversar. Sem as pessoas que faziam de lá 'a minha escola', só é um lugar qualquer, frio e estranho.
Por isso talvez não me sinta mal. As pessoas que eu conheci e que me importam vão comigo onde quer que eu vá, porque já fazem parte da minha história, da minha vida. Sempre vou lembrar de cada um lá, de cada história, de cada mania, cada jeito diferente...
Com cada um de lá eu aprendi uma coisa em especial. Aprendi a ser tolerante com os diferentes, e com os iguais também. A falar o que eu penso e a me defender - escola pode ser um lugar hostil, lol - e que os amigos podem ser tudo em todas as horas. Aprendi a cuidar daqueles que me são caros, e que não preciso ser a durona toda hora, porque eles gostam de mim mesmo sendo uma molenga bugada. xD


Bom, sei que depois dos choros do Gus, das risadas histéricas da Kelley, das tentativas de comer meu cérebro projetadas pelo Johnny, das ordens da Láhry, das histórias da Jéh, dos 'momentos' do Danilo e tudo o mais, esses foram alguns dos anos mais significativos da minha vida. E isso não vai sumir nunca.

toucompreguiçadeeditaressepostporissotemmuitacoisaerradaaquietátudomeiobugadomasnemligo

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Snow Patrol e o carro do Vader ou Killers e o Floyd num CD só.

Alguém vê Mtv ainda?
Mais precisamente aquele programa tosco do Pimp My Ride versão Brasil que passou o Golzinho de uma menina fã de Star Wars e "tr00" como se fosse a coisa mais rara do mundo. Como se fosse realmente difícil achar meninas que gostem de Guerra nas Estrelas. E se pá ela nem curte muito, só tava fazendo mala pra ganhar a arrumada no carro..
Ah, go to hell!
Mas tá, tou levando a política de 'não falar nada se você não sabe', então deixe quieto. O golzinho da menina lá ficou bem foda, até. Quer dizer, eu até podia ser ela...
Porque não?
Ah, sim... porque eu nem dirijo e moro bem longe da capital e com certeza não vou achar um Gol a tempo de 'pimparem ele', e mesmo se eu fizesse isso com temas do Vader, nem ia ser mais originale talz. Mas tudo bem, tá tranquilo...

Na verdade isso é muito tosco.
Todo esse meu papo, digo. Então vamos a mais Mtv, e a mais indignação;
A música nova (e foda) do Snow Patrol só passou nas vinhetas até agora. Tou vendo eles ficarem passando o clipe as 3h da madrugada no LabAlgumNomeBizarro - bando de fdp anti-pop-rock-alternativo. Mas... quem precisa deles?
Então aqui vai Take Back the City:



Hey, engraçado como o vocalista do Snow parece o Marcelo Adnet:


Aliás, tempão que não assisto 15 Minutos, um dos últimos programas bons daquela emissora anti-indie-poprock (puta contradição, hein? RÁ).

Enfim, falando em 'indie pop', eis que ouvi o novo CD do Killers, Day & Age.
Começou devagar, bem devagar... quase como Sam's Town, mas então chegou em Dustland Fairytale, e daí eu fiquei tipo "Putz, os Killers voltaram com a essência deles de Hot Fuss, só que amadurecida e com uma bagagem bem legal!".
Então acabou Dustland - que só pelo nome já devia ser ouvida *-* - e começou algo bem, bem diferente: This Is Your Life.
Sons meio tribais misturados com rock and roll realmente fizeram algo muito, muito, muuuito mágico. Acho que fazia tempo que não ouvia nada novo tão empolgante.
Depois disso o CD deslancha de vez, volta àquele jeito despretencioso de falar de coisas caóticas sem se importar muito com nada que o Hot Fuss tinha e que eu gostava tanto, e fui ouvindo, fui ouvindo...

Uma música foda atrás da outra, até que... OPA! Um relógio! Sim, um puta dum relógio no maior estilo Time, e a música (Goodnight, Travel Well) me lembrou muito do Floyd, num geral.
O que me fez pensar que pôxa, Brandon Flowers rulez.
E também que, se você tem que se inspirar em algo, que seja em Pink Floyd, Smashing Pumpkins e todos esse malucos das cores que são demais...
E ainda que vou ouvir um bocado esse CD, viu.

Day & Age - The Killers (2008)

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

ET(c)'s

Hoje tava aqui, em frente ao computador pensando... pensando em muitas coisas.
Bom, na verdade acho que eu tava ouvindo Less Than Jake e enrolando no Orkut, mas tava pensando também. De repente, minha irmã me chama lá da sala pra eu ver isso:



Uma matéria do Jornal Nacional sobre os arquivos ingleses a respeito de Ovnis e coisas desse tipo. Os arquivos foram abertos e 'organizou-se' uma discussão sobre os Objetos, e tudo o mais.
Daí eu fiquei pensando em duas coisas. Leia aqui.

A primeira: ET's dão muito lucro.
Sem querer ir contra o mundo capitalista nem atacá-lo, mas Et's dão grana. Filmes de Et's dão grana. Cidades atacadas por Et's dão grana. Porque Et's são como se fosse uma forma física de um mistério que convive com a gente a todo momento... aquelas velhas peguntas de quem somos, para onde vamos e porque estamos aqui, e a mais sincera: estamos sozinhos aqui?

Porque podemos ser mais de 6 bilhões de 'formiguinhas', mas nos sentimos só... sempre olhamos pro céu e imaginamos se há outra raça de formiguinhas se sentindo assim também, olhando as grandes estrelas e pensando o que tem lá. Ou formigas maléficas mutantes querendo tomar nosso formigueirinho lindo - como se nós mesmos já não tivéssemos destruído a maior parte dele, acumulando pulgões e bolores. Seja o que for, isso nos interessa. Humanos gostam do desconhecido.

Talvez por isso haja tantos filmes de Et's. Basicamnete são os meus preferidos, filmes de ficção com do Steven Spielberg. Podem falar o que for do Spielberg, eu acho ele o máximo. Quer ver porquê? Lembra de MIB, Homens de Preto?
Nesse filme, Spielberg ligou fatos comuns da cultura norte-americana e lendas locais para uma história totalmente maluca, mas que, puxa, é super legal. Acho que eu já assisti MIB umas 26 vezes, sem exagero (tudo bem q volta e meia passa no Tela Quente), e ainda acho legal.


K e J, agentes da MIB. Will Smith despontou depois desse papel.


Outro filme bom sobre Et's é Sinais, do M Night Shaymalan, um diretor indiano que faz o tipo de suspense que eu gosto. Ele também fez A Vila e O Sexto Sentido, e parece gostar um bocado de atores de ação em seus filmes.
Também há Independence Day, Guerra dos Mundos, Alien, Arquivo X (não citando a série), Contatos Imediatos de 3° Grau, Os Esquecidos...
Blockbusters. É isso que se garante com filmes de Et's. Sejam eles de ficção, terror, suspense ou comédia. Et's são mainstream sempre.

Mas pôxa, são legais. Eu as vezes não gosto de filmes de Et's, mas é muito raro... até os mais estranhos e forçados eu gosto, porque têm aquele humor trash que tanto me agrada (¬¬).

Agora, não sei se vão continuar dando ibope assim se for comprovada a existência deles, com esses arquivos e tudo o mais (o que é muito, muito, muuuuito difícil). Se isso acontecer é mais provável um caos com pessoas querendo fugir duma invasão. Mas, puxa, como fugir da Terra? Vão ter que avançar com as pesquisas espaciais.
é, realmente... Et's movimentam muito dinheiro.


A outra coisa que eu pensei era... bem... era que a Grã Bretanha e toda a Europa deve estar em um estado bem evoluido da ordem social. Porque, pôxa... só mesmo sem nenhum problema terreno pra querer causar uma polêmica estelar dessas. Os 'fãs' de OVNIS já tão comemorando e tudo o mais... deve ter uns caras loucos armando barracas em lugares altos também, con cartazes em Klingon e tudo...
Mas é divertido, isso é.

Bom, quem vir um ET me avisa, pode ser meu pai. Ele se perdeu uns tempos atrás numa nebulosa quando vinha me buscar...
(paia detected... abordar post.)





PS: reconheço que terminou ridículo.

domingo, 25 de maio de 2008

As influências indo embora...

"Ana, você acha que os Beatles perderam a força?"

Quando me perguntaram isso, eu não pude respoder. Quem sabe? Ainda vejo pessoas gritando entusiasmadas que vivem num submarino amarelo, mas parece que as coisas não são mais as mesmas, até pros caras de Liverpool.
'Mas o que importa isso, Ana?' alguém pergunta... bom, nada, se você for bem realista, mas se parar pra pensar um pouco, isso preocupa.
Desde que eu me conheço por gente, Os Beatles têm sido a principal iluminação que as bandas de rock têm. Isso chama influência, é a base sólida de onde uma banda tira seu som, ou ao menos onde encontra inspiração pra aguentar o 'longo caminho até o topo, se quer rock and roll'.
Todos precisam de influência, você só aprende música ouvindo música, é lei da Física.
E mesmo que você não simpatize com o som, você tem que conhecer, pelo menos um pouco.

Mas parece que cada vez nós temos que buscar mais longe... Nenhuma banda na última década foi de grande importância pra música. E é bem estranho isso, porque nunca tivemos tantas bandas quanto hoje em dia.
Não sei onde isso vai dar, só acho que se continuar assim, futuramente a música vai ser sintética, inanimada e sem objetivo algum. E aí vai ser um grande problema, porque a música é muito importante pra condição da gente como ser humano, criativo e racional.
Talvez as influências não estejam morrendo, afinal. Pode ser que um dia alguém numa roda de amigos com uma guitarra dance um duck step e outro diga: "cara, uma vez meu pai falou que tinha um guitarrista louco demais, e ele dançava assim!"... então a velha história vai ser recontada.
E sempre têm a gente, que nasceu 20 anos depois do auge do Rock, mas sente saudade. Que daria tudo pra ter vivido naquela época, pra ter sentido o que eles sentiam... e se depender de nós as influências não vão se perder.
E alguns de nós vão virar influências também, e vão relembrar dos velhos tempos que nunca viveram, e enfim o mundo vai ser salvo, e o rock vai dominar, como sempre.
Sim, somos otimistas.



O básico de se ouvir:
Beatles (não tem outro caminho, sinceramente.)
Stray Cats (blues, e o blues é a origem de tudo.)
Pink Floyd (progressivo, e dái vem boa parte do Metal, da técnica, de efeitos e tal.)
The Cure (alternativo, gótico, melancólico, e muito inteligente.)
Ramones (punk de verdade, que despreza os posers.)
AC/DC (essêncial pra qualquer um)
Led Zeppelin (a mistura perfeita, ouça e aprenda.)
Nirvana (viver a música, transformar o que está dentro em notas... Gênios.)

Vou começar a falar melhor delas depois!
Existem muitas bandas boas, mas eu coloquei as que eu acho que todo mundo tem que ouvir, nem que seja como remédio. E cada um tem sua vertente, e isso dá um século de debate. Mas, sei lá... qual é a mais importante pra você pra você? Conta aí!

sábado, 24 de maio de 2008

Porque a gente ouve música?

Acho que a maioria dos amantes de música se perguntam como um conjunto de sons pode ter efeitos tão mágicos (e catastrófico, diga-se de passagem) na mente humana. a combinação de notas, os acordes, as letras... são usados em festas, em cultos, em hospitais...
Pessoas associam a música à coisas legais (ou ruins) que acontecem... cantam para seus filhos, amigos, amores... pessoas acham mais emocionante ter uma música do que ter algo 'paupável'.
Algumas pessoas decidem morrer ouvindo músicas.
A música é vendida, é comprada, é um imenso império o comércio de música. Pessoas enriquecem e ficam famosas por causa da música.
Pessoas quebram as leis pela música.

E no fim, a música não é nada.
Só ondas de energia que se dispersam no ar... simplesmente somem.
Você pode guardá-las onde for, mas uma hora elas vão sumir.
Só sons. Sons que movem ideologias, movem gerações, movem vidas... sons tão antigos quanto a história, tão diferentes quanto as pessoas, tão profundos e indecifráveis quanto o que você possa achar que é profundo e indecifrável.
E alguns dedicam suas vidas a esses sons.
E outros dedicam suas vidas a esses que dedicam as vidas aos sons.
E assim o mundo gira...

Mas no fim, porque somos tão apaixonados pela combinação de sons? Porque alguns nos dão aversão e outros simplesmente fazem parte do nosso sangue?
Desde genes até explicações metafísicas, não tem nada que me convença de uma resposta.
Mas isso não vai impedir de falar sobre isso.
Afinal, o som pode sumir, os ritmos podem mudar... mas não as letras, e não a história.
Então, vamos falar de música. De clássica, de rock'n roll, de pop, de Mtv (porque talmbém faz parte), de chorinho, de cururu, de ska, de instrumentos, de metal, de tudo o que puder ser falado...