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domingo, 28 de dezembro de 2008

Happy old year.

Hey Hey! Já era o Natal... e nada do meu post exclusivo sobre Crepúsculo. Acho que vou colocar isso ou na minha lista de 'coisas que falei que ia fazer e não fiz' ou na minha lista de 'coisas que tenho que fazer no ano novo'.

Mas bem, a segunda lista vai ficar pra janeiro, assim fica melhor pra achar ela aqui no fim do ano que vem - o primeiro post do primeiro mês (h). Mas já que todo mundo - 3 ou 4 amigos e um pessoal desconhecido que eu visito em blogs - tá fazendo uma retrospectiva, vamo lá também,[ironia]porque é moda, e eu tou na moda, babe.[/ironia]

Balanço geral de 2008
(tentando deixar organizado isso)

Melhor mês: provavelmente setembro, mas minha memória falha muito. Na verdade a partir de junho os meses foram bons. ;)
Melhor show: fui em poucos, mas o que eu mais curti foi o cover dos Beatles no Laranja. O Show em si tava uma droga, o lugar era um saco (primeira e última vez que vou no Laranja Mecânica), mas eles cantavam bem e deu pra cantar junto. Em segundo lugar fica Dead Fish, porque o show foi bem feito e o lugar era legal - descontando so 'chutes' na cabeça que eu levei...
Melhor festa: a minha de formatura \o/
Melhor filme: nossa, aí fica difícil... nada extremamente empolgante esse ano. Nem no cine nem na locadora. Pensei que Clone Wars fosse ser bom, mas virou uma decepção =s. O mais legal mesmo foi Juno, que foi no fim do ano passado/começo deste. Twilight também foi bom.
Melhor série: The Big Bang Theory.
Melhor banda: Nossa, muita banda nova esse ano, mas o mesmo caso do cinema. Pesando numas antigas que eu ouvi bastantão esse ano, fica Less Than Jake, Death Cab For Cutie e Snow Patrol.
Melhor passeio: Sampa com o pessoal da escola, ir ver uns negócios da ETEC de lá. Me entupi de Coca e foi tããão legal! A gente foi na prisão, pôxa...
Melhor livro: duas séries. As Crônicas de Artur do Bernard Cornwell no primeiro semestre e A Mediadora, da Meg Cabot, no segundo. Nada a ver um com o outro, mas tudo bem...

Pior mês: possivelmente março.
Pior show: Acústica no Teatro Municipal. O que salvou foram os amigos junto, porque tava um saco.
Pior festa: A maioria delas foram sem graça.
Pior filme: Antes só do que mal casado. Um lixo.
Pior série: Segundo todo mundo foi Heroes, mas eu só assisto as que me interessam, então...
Pior banda: Cavalera Conspiracy, blé.
Pior passeio: não lembro. Sério.
Pior livro: Breaking Down, dos que eu li. Mas talvez essa opinião seja mutável.

Resumindo tudo, foi um ano legal. Não trabalhei, que era algo que eu queria, mas aconteceu muita coisa e eu aprendi um monte. Foi meu último ano irresponsável - em teoria - e foi mesmo bem legal! 2009 vai ser mais corrido, mais 'novo' de verdade. Faculdade, estudar de noite, procurar emprego... mas, por incrível que pareça, eu não tou com medo.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Um Natal e um filme, chuva, madrugada e folks.

Hey, é Natal. Feliz Natal pra todo mundo!
êêêêêêê
\o/



Agora que já comemorei, quero observar algo que eu sempre observo, mas ninguém nunca me dá ouvidos ou se interessa. Sempre chove no Natal.
É bem engraçado.

sei que dezembro é época de chuva e tudo o mais, mas toda passagem do dia 24 pro dia 25 chove.
Bom, não preciso externar mais minha opinião sobre chuva, então é só um ponto positivo funny.
Aliás, Natal não é Natal sem chuva, sem Coca-Cola, sem o especial do Roberto Carlos e sem luzes. Acho que chove só pras luzes ficarem mais intensas. Muito inteligente.
(muito idiota essa teoria, isso sim)
Mas... WTF eu estou fazendo postando isso justo quando devia estar reunida com a família? Bom... esse blog não é sobre mim, só sobre meu cérebro. Mas digo que minha irmã ligou de Sampa e eu tou indo e vindo. Mas nada de peru, vinho ou arroz com passas.

Bom, falando em Natal e chuva, lembrei duma música ultra velha do Garbage, I'm only happy when it rains. Gosto muito dela e não sei porque acho ela com uma cara de Boas Festas...





Bom, depois de comentar o tempo, vamos ao assunto de agora.
Fui ver Twilight hoje - pela segunda vez, e sim, na véspera de Natal - e me simpatizei mais com o filme. É sempre meio estranho assistir algo que você já leu (li Crepúsculo em junho), isso é fato. Mas ficou uma boa adaptação. Ainda não penso muito nas continuações chatas (especialmente Eclipse e Breaking dawn), mas analisando o livro em si vejo agora que fui muito tirana quando cataloguei como 'ruim'.
É, as vezes os filmes fazem a gente se apegar mais aos livros.

Outra coisa boa do filme é a trilha sonora.
Bandas conhecidas - Muse, Linkin Park, Paramore - de um jeito meio despretencioso. Gostei bastante porque não força nada. Ou é o que parece, ao menos.

Baixe-a aqui.

E ouça a musiquinha romântica que toca enquanto o Edward tenta não matar a Bella. Never Think. Outra bem legal é Eyes on Fire do Blue Fundation. fikdik.

Apesar dos pontos fortes, teve muita coisa que merece ser comentada. Mas isso fica pra amanhã ou daqui a uns dias, num post exclusivo sobre Twilight the Series.
Aliás, tem umas críticas-resumos dos livros no blog da Paty Pondian, mas vou adiantando que ela esbanja opinião própria...

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

SKA otaku

Tempos que não falo de bandas de Ska aqui - aliás, nem lembro se já cheguei a falar especificamente de alguma - de vez em quando eu cito o Reel ou o Less Than Jake, mas acho que nunca especifiquei...

Bom, é um dos meus estilos de música preferidos, e geralmente não é muito conhecido. (Deixando claro que não é só porque é desconhecido que eu gosto, tá???) Mas dessa vez eu tenho que falar sobre uma banda bem diferente. (Bom, talvez não tanto, mas pro ritmo do Ska, é bem diferente sim).
Trata-se do Kemuri, uma banda japonesa de Ska, que parece bastante com o Less, se tratando de ska-punk e coisas assim...
O engraçado é que é otaku, e Ska é a coisa mais 'Ocidental-EUAlização' que eu posso pensar.. isso sim é um exemplo de globalização, ou de criatividade, ou de sei lá o que...
MAAAAAASSSS eles cantam em inglês.
Pelo menos algumas (acho que pro pessoal não estranhar tanto), pelo menos nesse vídeo aqui, que eu gostei bastante, diga-se de passagem.
Achei outras em japonês que são bem legais, embora difííííceis de se imaginar, aqui eu achei uma que parece mais Reggae que os Skas normais, mas vale a pena dar uma conferida, porque é bem engraçada!

Mas o melhor foi que eu comecei a pesquisar no Youtube (sempre!) e descobri mais uma banda. ISSO MESMO! Com tudo o que uma boa banda de Ska tem que ter:
Um nome bem grande e zuado (ou ao menos zuado)
Vocalistas bem diferentes (engraçados ou estranhos, você escolhe)
Cornetinhas
Muita gente, o sulficiente pra ser uma Orquestra...
... a Tokyo Paradise Orchestra!
Aqui (no vídeo aí embaixo) fazendo parceria com Puffy.
O que chega a ser Puffy, eu não sei (desconfio que sejam essas garotinhas aí), mas de qualquer forma a Orchestra é bem foda (H)


segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Questão de História.

1 – Comente, explique, dê exemplos dos principais fundamentos e objetivos do liberalismo econômico, citando seus expoentes.
Argumente sua resposta comparando com os dias atuais.

O liberalismo é um sistema econômico onde não há intervenção do governo em nada.
Seria como se todos os países fossem maiores de 18 anos, e vacinados. Só que algumas multinacionais aliciam países menores para trabalho escravo, e isso gera a pobreza e fome mundial.
Há algum tempo atrás em 1929, a bolsa de valores dos EUA quebrou feio por causa da hiperprodução e da falta de renda, gerando um novo esquema, o neoliberalismo de Keynes. O neoliberalismo é quando o governo regula o mercado, reduzindo (em teoria) as crises causadas pelas multinacionais fdp’s. Mas isso só acontece quando o governo é sensato e não tem dívidas, o que é impossível em países subdesenvolvidos.

Adam Smith queria fazer um bem livrando a economia da política. Só não sabia que a economia ia acabar mandando na política. Ou sabia? Haãn?

Quanto a Malthus, que dizia que a população ia crescer tanto que não haveria mais comida... demorou mais do que ele pensava, mas estava certo, em pontos.

A livre circulação de mercadorias favorece cada vez mais as grandes populações e tira definitivamente da rota de comércio os países mais pobres. A população aumentou, e precisa de comida. Mas as empresas precisam de energia... e de novo as empresas mandam na dinâmica da política mundial.
Malthus, você errou e acertou meu chapa. Vamos morrer de fome? Alguns já morrem... Mas não porque somos muitos, já que logo estoura mais uma guerra e acaba com isso. Morrem porque a comida simplesmente não chega lá. É cara, artigo de luxo. Coisa que era pra ser natural...
Pouca comida e muita gente? Ou muita comida pra pouca gente?

É, podia falar tudo isso na questão, mas vai lá... melhor editar o que o livro diz.

sábado, 29 de novembro de 2008

Chelly Guaraná com o Alan



Dancinha mágica da minha sala, 3°B.
Prestem atenção no meu professor de Geografia - o cara de camisa amarela na esquerda - dançando nada mais nada menos que REBOLATION!
U.A.U.

Quantas Raves e shows de Hardcore ele já não foi na vida pra conseguir fazer uma rodinha punk sozinho?
Essas coisas só acontecem no Industrial, mesmo...


Mais Chelly Guaraná aqui.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Snow Patrol e o carro do Vader ou Killers e o Floyd num CD só.

Alguém vê Mtv ainda?
Mais precisamente aquele programa tosco do Pimp My Ride versão Brasil que passou o Golzinho de uma menina fã de Star Wars e "tr00" como se fosse a coisa mais rara do mundo. Como se fosse realmente difícil achar meninas que gostem de Guerra nas Estrelas. E se pá ela nem curte muito, só tava fazendo mala pra ganhar a arrumada no carro..
Ah, go to hell!
Mas tá, tou levando a política de 'não falar nada se você não sabe', então deixe quieto. O golzinho da menina lá ficou bem foda, até. Quer dizer, eu até podia ser ela...
Porque não?
Ah, sim... porque eu nem dirijo e moro bem longe da capital e com certeza não vou achar um Gol a tempo de 'pimparem ele', e mesmo se eu fizesse isso com temas do Vader, nem ia ser mais originale talz. Mas tudo bem, tá tranquilo...

Na verdade isso é muito tosco.
Todo esse meu papo, digo. Então vamos a mais Mtv, e a mais indignação;
A música nova (e foda) do Snow Patrol só passou nas vinhetas até agora. Tou vendo eles ficarem passando o clipe as 3h da madrugada no LabAlgumNomeBizarro - bando de fdp anti-pop-rock-alternativo. Mas... quem precisa deles?
Então aqui vai Take Back the City:



Hey, engraçado como o vocalista do Snow parece o Marcelo Adnet:


Aliás, tempão que não assisto 15 Minutos, um dos últimos programas bons daquela emissora anti-indie-poprock (puta contradição, hein? RÁ).

Enfim, falando em 'indie pop', eis que ouvi o novo CD do Killers, Day & Age.
Começou devagar, bem devagar... quase como Sam's Town, mas então chegou em Dustland Fairytale, e daí eu fiquei tipo "Putz, os Killers voltaram com a essência deles de Hot Fuss, só que amadurecida e com uma bagagem bem legal!".
Então acabou Dustland - que só pelo nome já devia ser ouvida *-* - e começou algo bem, bem diferente: This Is Your Life.
Sons meio tribais misturados com rock and roll realmente fizeram algo muito, muito, muuuito mágico. Acho que fazia tempo que não ouvia nada novo tão empolgante.
Depois disso o CD deslancha de vez, volta àquele jeito despretencioso de falar de coisas caóticas sem se importar muito com nada que o Hot Fuss tinha e que eu gostava tanto, e fui ouvindo, fui ouvindo...

Uma música foda atrás da outra, até que... OPA! Um relógio! Sim, um puta dum relógio no maior estilo Time, e a música (Goodnight, Travel Well) me lembrou muito do Floyd, num geral.
O que me fez pensar que pôxa, Brandon Flowers rulez.
E também que, se você tem que se inspirar em algo, que seja em Pink Floyd, Smashing Pumpkins e todos esse malucos das cores que são demais...
E ainda que vou ouvir um bocado esse CD, viu.

Day & Age - The Killers (2008)

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Green Day

Do nada me veio uma vontade de ouvir Green Day - Jesus of Suburbia.
Nem gosto tanto da música - aliás, GD pra mim ulimamente têm se tornado meio paradoxal, dede American Idiot. Sabe como é... uma banda que você era acostumada a ligar a zuação e a pistas de skate, por exemplo, virar uma 'banda conceitual' com um monte de camisetas e CDs e frases de Billy Joel como citações...
Nada que seja ruim, longe disso, o som ainda é bom. Menos a música título, o American Idiot é um CD bem legal, principalmente Holiday, St. Jimmy e Jesus of Suburbia.
Mas mesmo assim você vê um clima bem denso nas letras... clima de guerra.
Coisa que antes era meio q ligado a Bono Vox e coisas do gênero.

Mas dái eu vi Minority e me empolguei de novo (porque Jesus of Suburbia deixa a gente muito desiludido da vida), porque aquilo sim descreve o Green Day. Ou pelo menos costumava ser...



Espero que ninguém tenha percebido que isso aqui foi mais pra atualizar do que pra escrever algo de verdade..

sábado, 8 de novembro de 2008

Notas aleatórias sobre música:


Vendo uns vídeos do Weezer aqui, pensei: puxa, bem que eles podiam voltar ao Brasil, e vir pra Sampa ou, de preferência, Campinas.
Realmente Rivers Cuomo sabe fazer músicas engraçadas/fofas/inteligentes (?). Quer dizer, quem mais ia colocar os Muppets num Video Clipe e ficar tudo bem?

Outro vídeo clipe bugado é o novo do Oasis, The Shock of The Lightning.


Veja se encontra algo suspeito na fumaça ou nas sombras... AUSHUAHSAUS


Essa música é do novo álbum deles, o Dig Out Your Soul, e tem mesmo um espírito digno do título. De qualquer forma, se tratando dos Gallagher, as coisas mais bizarras (não achei outra palavra) podem ficar legais - e vice versa.
Eu gostei um bocado dessa música, mais do que do álbum no geral. é bem o jeitão Oasis que eu já acostumei e gosto há um bom tempo. Nada, nada de decepções.

Última coisa por hoje: Rise Against. Banda que comecei a ouvir essa semana. Baixei o Sufferer and Witness , e pow, a banda pode dar as mãos pro Bad Religion no quesito "hardcore de primeira". Ainda tem o fato de que a voz 'rasgada' do vocal, Tim McIlralt, é muito linda.
E pôxa, vou te falar, toda banda que vem de Chicago vale ser ouvida.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Um tanto bem maior!

Já faz um tempo saiu o "novo" CD do Teatro Mágico, com umas músicas novas e umas que eu já tinha ouvido nos shows... De qualquer forma, a fórmula é a mesma, e continua acertando meu coração (desculpa a melação, e desculpa a rima, mas TM faz umas coisas assim).

Dá uma olhada nele: Segundo Ato.

"há uma alma em mim, alma calma que não condiz com nossa pressa"


Mas hoje tou meio filosofante, talvez por causa do Teatro, ou porque o céu tava num tom de cinza azulado que me dá a maior paz que eu preciso, ou porque pensei em muitas coisas e em nada, mas fiquei um pouco assim. E nem tou a fim de comentar da vida ou da morte, só deixar os dedos correrem no teclado por um tempo indeterminado.
Hoje pensei um bocado que queria uma gaita. Daquelas que se toca em fogueiras, sabe?
Talvez se tivesse escolhido uma gaita ao invéz de um violoncelo, as coisas fossem mais fáceis.
Quero uma gaita faz um tempo já. Na verdade desde que me lembro do som e do fogo.
Também pensei que preciso arranjar um jeito de sair daqui, igual o Sam fez em On The Road. Não sei porque, mas acho que perdi um pouco do medo de andar sozinha, talvez pela certeza de que tenho pra onde voltar (mesmo que não saiba se é uma certeza de verdade) ou porque sei que cresci e tenho que achar um lugar pra mim, ou só um caminho pra ir indo.
Pensei que não tenho exatamente que chegar a um fim.


"Eu não pareco meu pai
Nem pareco com meu irmão
Sei que toda mãe é santa
Mas a incerteza traz inspiração

Tem beijo que parece mordida
Tem mordida que parece carinho
Tem carinho que parece briga
Tem briga que aparece pra trazer sorriso

Tem sorriso que parece choro
Tem choro que é por alegria
Tem dia que parece noite
E a tristeza parece poesia

Tem motivo pra viver de novo
Tem o novo que quer ter motivo
Tem aquele que parece feio
Mas o coração nos diz que é o mais bonito

Descobrir o verdadeiro sentido das coisas
É querer saber demais"

Sonho de uma flauta - Teatro Mágico

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Trailer oficial de Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Trailer oficial de Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Algumas coisas devem ser observadas:
1 Dumbledore no maior estilo "Galdalf lutando contra Balrog" - talvez por causa de todo aquele fogo.
2 Cadê o Voldy? Ele mal aparece nesse trailer!
3 É impressão minha ou fizeram uma Lilá Brown clone de Hermione Granger?
4 Cadê o clima sombrio e tenebroso q deveria pairar sobre as cabeças daqueles que têm uma batalha contra o mal se anunciando?

Bom, de qualquer forma, eu gostava mais do antigo:

sábado, 25 de outubro de 2008

All started with a Big Bang...

... pelo menos no que se diz respeito ao meu gosto maníaco por séries.
The Big Bang Theory é, acho, que meu maior vício momentâneo. Corri pra acompanhar a 2ª temporada e tou com muito, muito dó de apagar eles do PC.
não que já não tenha gravado tudo...

Leonard: What is she doing? She's really a mad for keep our videos on her PC.//Sheldom: surelly she is not. She just know that it's a wise sacrifice to posterity.


Mas tenho que dizer que nunca fui muito fã de coisas humorísticas. Gosto de um humor meio estranho, na realidade, e risadas forçadas estilo Friends sempre me davam raiva. Mas Big Bang quebrou minhas teorias. Rá.
A série em si é simples: mostra a rotina de quatro caras que são muito, muito nerds (com tudo aquilo de ser fã de animações, séries de ficção, quadrinhos, cientistas, filmes e problemas de socialização) com uma garota muito bonita que nem terminou a faculdade comunitária - whatever it means.

Bom, isso dá muita, muita confusão. Principalmente quando os universos se chocam. E a graça tá bem na forma que eles usam pra lidar com coisas meio simples e na total falta de senso.
Tenho que dizer, ainda, que a alma disso é o Sheldom. Sem ele BBT não teria a mínima graça. Toda a falta e tato e
carência em contraste com a prepotência e a inteligência é uma coisa bem legal se de ver personificada. Também tem aquilo de 'identificação com o personagem', que sempre tem.
De qualquer forma, o Jim Parsons, ator que interpreta o Sheldom, é um cara que realmente gosta de atuação, se você for ver por esses termos. O cara fundou uma companhia de teatro e tudo! Além disso, fez uma ponta em Garden State como ''o cara da armadura medieval''. E com certeza o Braff escolheu bem o pessoal praquele filme.




segunda-feira, 20 de outubro de 2008

ET(c)'s

Hoje tava aqui, em frente ao computador pensando... pensando em muitas coisas.
Bom, na verdade acho que eu tava ouvindo Less Than Jake e enrolando no Orkut, mas tava pensando também. De repente, minha irmã me chama lá da sala pra eu ver isso:



Uma matéria do Jornal Nacional sobre os arquivos ingleses a respeito de Ovnis e coisas desse tipo. Os arquivos foram abertos e 'organizou-se' uma discussão sobre os Objetos, e tudo o mais.
Daí eu fiquei pensando em duas coisas. Leia aqui.

A primeira: ET's dão muito lucro.
Sem querer ir contra o mundo capitalista nem atacá-lo, mas Et's dão grana. Filmes de Et's dão grana. Cidades atacadas por Et's dão grana. Porque Et's são como se fosse uma forma física de um mistério que convive com a gente a todo momento... aquelas velhas peguntas de quem somos, para onde vamos e porque estamos aqui, e a mais sincera: estamos sozinhos aqui?

Porque podemos ser mais de 6 bilhões de 'formiguinhas', mas nos sentimos só... sempre olhamos pro céu e imaginamos se há outra raça de formiguinhas se sentindo assim também, olhando as grandes estrelas e pensando o que tem lá. Ou formigas maléficas mutantes querendo tomar nosso formigueirinho lindo - como se nós mesmos já não tivéssemos destruído a maior parte dele, acumulando pulgões e bolores. Seja o que for, isso nos interessa. Humanos gostam do desconhecido.

Talvez por isso haja tantos filmes de Et's. Basicamnete são os meus preferidos, filmes de ficção com do Steven Spielberg. Podem falar o que for do Spielberg, eu acho ele o máximo. Quer ver porquê? Lembra de MIB, Homens de Preto?
Nesse filme, Spielberg ligou fatos comuns da cultura norte-americana e lendas locais para uma história totalmente maluca, mas que, puxa, é super legal. Acho que eu já assisti MIB umas 26 vezes, sem exagero (tudo bem q volta e meia passa no Tela Quente), e ainda acho legal.


K e J, agentes da MIB. Will Smith despontou depois desse papel.


Outro filme bom sobre Et's é Sinais, do M Night Shaymalan, um diretor indiano que faz o tipo de suspense que eu gosto. Ele também fez A Vila e O Sexto Sentido, e parece gostar um bocado de atores de ação em seus filmes.
Também há Independence Day, Guerra dos Mundos, Alien, Arquivo X (não citando a série), Contatos Imediatos de 3° Grau, Os Esquecidos...
Blockbusters. É isso que se garante com filmes de Et's. Sejam eles de ficção, terror, suspense ou comédia. Et's são mainstream sempre.

Mas pôxa, são legais. Eu as vezes não gosto de filmes de Et's, mas é muito raro... até os mais estranhos e forçados eu gosto, porque têm aquele humor trash que tanto me agrada (¬¬).

Agora, não sei se vão continuar dando ibope assim se for comprovada a existência deles, com esses arquivos e tudo o mais (o que é muito, muito, muuuuito difícil). Se isso acontecer é mais provável um caos com pessoas querendo fugir duma invasão. Mas, puxa, como fugir da Terra? Vão ter que avançar com as pesquisas espaciais.
é, realmente... Et's movimentam muito dinheiro.


A outra coisa que eu pensei era... bem... era que a Grã Bretanha e toda a Europa deve estar em um estado bem evoluido da ordem social. Porque, pôxa... só mesmo sem nenhum problema terreno pra querer causar uma polêmica estelar dessas. Os 'fãs' de OVNIS já tão comemorando e tudo o mais... deve ter uns caras loucos armando barracas em lugares altos também, con cartazes em Klingon e tudo...
Mas é divertido, isso é.

Bom, quem vir um ET me avisa, pode ser meu pai. Ele se perdeu uns tempos atrás numa nebulosa quando vinha me buscar...
(paia detected... abordar post.)





PS: reconheço que terminou ridículo.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Sobre coisas com "S"

Bom, desde que me tornei adepta de assistir seriados e baixá-los que descobri umas coisas bem legais. Por exeplo, tem três tipos de seriados básicos:
os de humor
os de suspense, ação e mistério (as vezes tudo isso junto)
e os "filosóficos".

Mas as vezes eles se misturam, criando umas coisas bem interessantes... tipo Scrubs, série que eu tou começando a assistir (bem atrasada, infelizmente) e é realmente uma obra prima.
Em parte por causa da atuação do Zach Braff, cara que além de atuar, é diretor e roteirista. Ele fez um filme que eu assisti a um tempo atrás, o Garden State... e puxa, acho que foi um dos melhores. Ele é foda, a Natalie Portman é foda.. os dois juntos ficou muito bom!

Mas não é exatamente do Braff que vou falar, mas sim de duas séries, Scrubs e Skins. Totalmente diferentes (em teoria), mas que podem ter um fundo bem parecido...
Scrubs usa o humor e a 'viagem' do JD (o Braff) pra mostrar umas grandes verdades da vida, mesclando um certo drama muito bem disfarçado de piadas e ambientado num hospital meio caótico. Nada de E.R., nada de House... Scrubs realmente parece muito bom por ser... único.
Já Skins, tou dando um tiro no escuro, falando sobre ele... A única coisa que eu vi foi esse vídeo aqui (valeu lucas ^^) e me fez pensar um pouco.
De certa forma, é bem forte. A história é mais ou menos sobre a juventude de hoje e é totalmente 'liberal' (se bem que eu ainda acho que qualquer comortamento ordenado, por mais depravado que seja, ainda é conservador. Mas não vou discutir isso aqui.) Daí nós temos um padrão: zoeira, muita zoeira.
Mas, puxa vida, porque eu tou falando diso? Bom, porque por trás da zoeira tem muita coisa legal. Tipo a Cassie correndo no vídeo que eu vi. Tipo uma cidade grande e você tão pequeno... não sei se vou ver tão cedo isso, já que minha vida de newbie tá me enchendo de Big Bang Theory, Scrubs, Battlestar Galactica e futuramente de Star Trek - sim, a antigona!
Mas com certeza uma hora vou assistir isso, e provavelmente vou gostar.

Mas então, depois de tudo isso, vou ao principal: The Shins.
Não, não é uma série.
É uma banda *aplausos de fundo* =P
Com gaita e com letras lindas. Alegre e ao mesmo tempo meio saudante (que dá saudade)... ouvi os Shins em Garden State, graças ao Braff, e depois ouvi mais, e descobri que o nome parecia um espirro e tudo... mas realmente é muito bom.

domingo, 5 de outubro de 2008

Sobre goblins

Uma discussão desde ontem sobre goblins e seres da mitologia nórdica tem me interessado um bocado. Nós lemos um monte de coisas sobre esses seres, mas as decrições são controversas e muitas vezes são confundidos com gnomos, duendes, leprechauns e outros.
Pensando nisso, tentei fazer um perfil geral de como é um goblin, apesar de Tolkien descrevendo Orcs e JK fazendo-os banqueiros... Uma pesquisa com os escritores britânicos de fantasia que mais estudaram do assunto - ou não, dependendo do caso - me ocupou por um bom tempo nesse dia chuvoso, enquanto esperava minha coruja chegar com o pacote de chocolates que eu encomendei.
Vamos ao assunto, então.

Indo direto a fonte - ou seja, ao Bernard Conrwell, o escritor histórico inglês com quem eu geralmente aprendo um bocado - temos uma referência vaga, porém muito confiável, sobre os goblins. Ela está na página 209 do livro "O Último Reino", onde Cornwell faz referência ao Nihtgenga, ou goblin, palavra que significa caminhante noturno.
No mesmo livro, na p.215, ele coloca os goblins entre os seres que vinham a Midgard - a Terra - durante a noite, os Sceadungengan, "andarilhos das sombras". Cornwell descreve esses seres como metamorfos que não eram vivos nem mortos, feras da noite. (p. 73)
Na internet eu encontrei uma descrição bastante baseada na mitologia de Tolkien afirmando que os goblins geralmente são associados ao mal. São de hábitos sociais primários, vivendo em cavernas. É uma coisa meio duvidosa, mas já nos leva vagamente a idéia de Orcs.
Tolkien realmente se referiu a goblins e a Orcs em seus textos. Algumas vezes como sinônimos, outras vezes ele colocou termos como duendes. A primeira vez que citou goblins foi no poema Goblin Feet, de 1915. Ele caracterizava criaturas estranhas e parecidas com duendes. O termo muda mais tarde, citando as vezes duendes e orcs ou goblins e orcs, sugerindo que duendes e goblins poderiam ser parecidos ou a mesma espécie.
Também há uma variação do sentido léxico da palavra Orc, que em 1915 significava monstro ou demônio, em 1917 tem uma variação para uma espécie de gnomo. Também há uma indicação de Christopher Tolkien de que a palavra 'gnomo' seja a correção da palavra goblin (Contos Inacabados, notas).

Outro lugar onde se confundem goblins e duendes é em Hary Potter. A tradutora da série, Lia Wyler, traduz como duendes os goblins encarregados do banco de Gringotes (primeira aparição em Harry Potter e a pedra filosofal). Podemos considerar a ligação de duendes coma sorte e o ouro,a ssim sendo indicados para cuidar de um banco. Mas isso também sugere que possam ser parecidos, ou que a tradutora errou feio.
Jk Rolling descreve os goblins como inteligentes, baixinhos, sérios e zangados e faz deles banqueiros de Gringotes e forjadores dos melhores objetos de ouro. Os goblins têm uma sociedade organizade e desenvolvida e desprezam os bruxos, já tendo se revoltado algumas vezes. O gosto por cavernas e o aspecto de crueldade ainda são preservados, mas não são exatamente maus como as descrições mitológicas sugerem.
Mas a melhor descrição que eu encontrei foi a de Eoin Colfer, nos livros da série de Artemis Fowl. Para Colfer, goblins são criaturas repitilíneas e malvadas, com a língua bifurcada, verdes e usam magia de fogo. São estúpidos, porém podem ser perigosos. Não são ligados aos duendes, que mais parecem elfos voadores (ainda na linguagem do Eoin, onde elfos são baixos, marrons ou castanhos e não voam) de orelhas pontudas.
Me agrada a versão dele porque ela pode englobar as outras e ainda ser bem descritiva. Também goblin sempre foi uma palavra que me lembrava algo de réptil. Tá bom que a parte do fogo é meio estranha, mas ela se encaixa bem nos contextos de Artemis Fowl. Nos resta imaginar como é um goblin real, basendo nas caracteríticas em comum e dando mais peso - obviamente - pro Cornwell e pro Tolkien.
Seria um ser noturno, que vive em cavernas e não é amistoso. Sua forma não pode realmente ser encontrada, mas eu imagino que talvez seja algo ligado à terra.
Enfim, pelo menos sabemos onde podemos encontrá-los.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Os melhores (os piores) vilões.

Estava eu vagando pelo Potterish quando me deparei com a seguinte informação: "Voldemort no topo da lista dos maiores vilões de todos os tempos".
Não sou apaixonada pelo Riddle, mas não consegui pensar em ninguém pior que ele. Fui dar uma olhada e isso acabou me inspirando!
Foi uma lista feita pela AOL sobre os maiores vilões do cinema (acho que o critério que eles usaram não foi maldade, mas 'famosidade'), e Você-Sabe-Quem ficou em primeiro lugar.


Aqui está o Top 10 da Lista de vilões da AOL:


01. Lord Voldemort, Harry Potter series (2005-2007)
02. Darth Vader, Guerra nas Estrelas (1977-2005)
03. Bruxa Má, O Mágico de Oz (1939)
04. Hannibal Lecter, O silêncio dos Inocentes (1991)
05. Joker, Batman: O cavaleiro das Trevas (2008)
06. Goldfinger, 007 contra Goldfinger (1964)
07. Chigurgh, Onde os fracos não têm vez (2007)
08. Hans Gruber, Duro de Matar (1988)
09. Max Cady, Cabo do Medo (1991)
10. Rainha, Branca de Neve e os Sete Anões (1937)

fonte: Potterish


Só que eu discordava de algo, principalmente do Vader em segundo lugar. Darth Vader não é um vilão, tanto não é que matou o mestre (esse sim um vilão odiável) para defender o filho.
E, por mim, Sidious é pior que Voldemort.
Aí eu me empolguei e fiz a minha lista da vilania, comentada:


01. Palpatine, ou Darth Sidious, de Star Wars (décadas de planos malignos e mentes controladas para comandar a Galáxia, acho que é a pessoa que mais odeio do cinema)
02. Lord Voldemort, o bruxo das trevas.
03. Freedy Krueger, de 'A Hora do Pesadelo'
04. Venom, do Homem Aranha (aquela 'simbiose' que fazia todos ficarem orgulhosos e inconsequentes)
05. Chuck, o Boneco Assassino (porque ele é horrivelmente semelhante com o Chuck de 'Os Anjinhos', e isso piora tudo)
06. T-1000, de O Exterminador do Futuro 2 (ele não acaba! Simplesmente volta, volta e volta atrás da Sarah e do John!)
07. Heathcliff, de 'O Morro dos Ventos Uivantes' (controverso, porém odiável)
08. Sauron, Senhor do Escuro, e dos Anéis (que mente perversa inventa Um Anel 'para a todos governar'?)
09. Sid, de Toy Story (aquele menino que torturava os brinquedos... ele era atormentado!)
10. Rainha, de A Branca de Neve e os Sete Anões (se mandar arrancar o coração de alguém não é sulficiente, lembremos que ela tentou matar a Branca mais um monte de vezes)

Em tempo:
Tem 'O Pai', de Frontiére - filme que eu não vi, por isso não coloquei na lista, mas que só de ouvir falar já revirou o estômago.
Ainda tem o próximo vilão estiloso e maléfico do cinema: Joker - o Coringa de Batman: o cavaleiro das trevas.
O Coringa tem tudo pra ser odiado e admirado com a mesma intensidade. Mesmo sem ter estreado ainda, ele é o vilão preferido do meu ermão, o Gus, o dono do blog que nunca foi escrito, e como ele é bom com vilões, acredito que o Joker vai ser digno.

Bom, na lista só entrou cinema, mas eu podia pensar no Cell (valeu a dica do Brunão) e no Madimbu de Dragon Ball e ainda no Vingador da Caverna do Dragão. O dom Aço, aquele filho da mamãe desgrçado de Robôs...
Acho que me esqueci de alguns...

Enfim, sempre existirão vilões lendários que marcaram a nossa vida (Dr. Abobrinha, Lex Luthor, Magneto, o Scar do O Rei Leão...), e eles acabam tão queridos quanto os bonzinhos, ou até mais que eles.

sábado, 21 de junho de 2008

Universo Expandido

Todo mundo tem uma fixação.
Ah, você sabe o que é isso... aquelas manias que vivem nos deixando com vergonha. Geralmente são as coisas mais toscas pensáveis - mas são legais para o fixionado.
É uma grande fixação minha escrever coisas aleaóreas. Não importa quantas notas ridículas eu tire em Português ou Redação, ou o quanto isso soe desconexo, eu ainda persisto no meu erro.
Pior, eu gosto do meus textos - ainda que ninguém mais leia.
Mas eu tenho andado muito descuidada. Quebrando promessas, tropeçando no cadarço dos tênis e esquecendo os livros... pelo menos uma coisa eu quero fazer direito - e vai ser esse blog.
Desculpas, eu peço. Mas a gente segue.

So, UNIVERSO EXPANDIDO.
Universo expandido é o nome dado as histórias não-oficiais da saga de Star Wars. Histórias que não estão nos filmes, mas livros e desenhos animados. Algus também chamam assim os bonequinhos, revistinhas, jogos, RPG, roupas, músicas, mapas de planetas e cidades (como os mapas da Terra Média) e tudo o mais que possa ser consumido em nome da brilhante idéia do G. Lucas.






O sentido disso tudo é que agora o Maniac vai ser o meu Universo Expandido. Tudo o que lhe vier a cabeça, Ana escreverá - com algumas excessões. All in all, essa terra maníaca é cheia de idéias maníacas. Digamos que música, agora, é só Coruscant na galáxia toda.
Mas outro dia eu falo mais de Star Wars - merece um ultra-post cheio de detalhes.
Mas voltando as fixações, a maioria delas são legais e inocentes - bala 7belo, bonés virados de lado, canetas Bic com cheirinho de fruta, alguma banda, escritor ou filme.
Outras já são mais... uhm... constrangedoras.
Mas a maioria delas é temporal e passageira. Por exemplo, Harry Potter. Mesmo quem torce o nariz pro bruxo sabe muito bem o que é quadribol, trouxa ou Sonserina. Mas até essa fixação está em queda livre para a História, e a grande maioria de fãs da saga vai achar coisas melhores pra fazer - claro que sempre sobram os realmente afixionados. Acho que isso é que define, pra uma pessoa, se a sua fixação é verdadeira ou não. O tempo.
Como tudo na vida, aliás.
Bom, fixações são legais, ocupam seu tempo. Mas as vezes a situação se complica e vira uma coisa doentia. Por exemplo, semana passada passei o dia inteiro lendo 'New Moon', da Stephenie Mayer. Faltei da escola pra ler o livro.
New Moon é o segundo livro da série 'Twilight'. Ganhei de aniversário o primeiro livro, 'Crepúsculo' (Twilight em Inglês), e depois arranjei em eBook o segundo e o terceiro (ainda não foram lançados em português). Não consegui o quarto ainda porque não foi lançado nem em inglês.
Eu li os dois livros em duas semanas. Ainda fiquei nervosa porque não conseguia logo o eBook pra continuar.
Até tenho sonhado.
Chorei pra caramba, e tenho a sensação de que vou chorar mais.
Isso não é legal, nem um pouco.
Foi como ter sede e beber tudo rápido demais, e depois passar mal.

Bom, no fim, meu caso é meio específico - influência familiar, traços de psicopacia e autismo.
Mas também, fixações moderadas não têm muita graça, até pra um ser humano normal. é como uma droga na qual você pode se viciar e alterar seu cérebro pra pensar sobre as coisas que você gosta. Uma forma de conhecer pessoas relativamente iguais a você (porque os afixionados por coisas em comum tem uma idéia do mundo meio parecida, geralmente), e aglomeração de cultura - inútil, claro. Mas essa é a mais interessante.


Twilight Series
Star Wars